flores astrais perfumam delinquências
e parábolas de meteoros incendeiam plêiades...
que estranhos dispositivos e estratégias [ de poder
transformarão toda inércia?
irradiando magias, corações brilham, pulsando divina energia!
bisturis precisos provocam assimetrias insuperáveis
em buracos negros: a pomba da paz sangra!
janelas abertas
atestam a multidisciplinariedade da arte
e um solo de guitarra,
rock “maneiro”,
desengrossa meus sentidos…
prendo da minha respiração
a marcação.
como minha força é nunca intervir,
só assim posso chegar até você!
( sem ousar, vacilar ou tremer… )
sonhando demais,
coriscando como as estrelas,
( fora do encarte! )
meu princípio
chegou ao fim.
amor,
vou
( porque quero )
te buscar!
# rua Alexandre Marquez - 09.02.1979
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